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quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Meu filho tem problemas



E quando tudo sai diferente do que imaginamos?
Até agora vínhamos falando da alegria da formação da família, da chegada de um filho, daquele amor que nos faz encarar qualquer dificuldade.
Mas aqui também é mundo real. E, às vezes, temos desafios para cumprir com esta chegada ou descobrimos isso no desenvolvimento do filho ou da filha.
O que fazer? Como agir?
É comum os pais terem opiniões diferentes e podem até se desentender. Por vezes, outros membros da família também opinam. Nem sempre há uma solução clara. A medicina não tem resposta pra tudo, mas mesmo diagnósticos que nos desanimam podem nos surpreender.Aposte em tentar e acreditar.
Se houver diálogo e respeito à opinião e sentimento do outro nesta fase, tudo se encaminha mais facilmente.
Como profissional que ajuda as pessoas a se comunicarem com eficiência, em mais de 20 anos atuando na área, recebi famílias arrasadas por uma condição de saúde ou desenvolvimento de um filho, as quais bloquearam a comunicação, dificultando o relacionamento e a ajuda para a criança.
Ouvir atentamente e falar só o que realmente deve ser falado possibilita ter clareza do que cada um pensa e pode fazer naquele momento.
Tempos difíceis exigem mais de nós.
Me conte aqui se você já passou por uma situação assim?

quinta-feira, 16 de agosto de 2018


Bom dia!!!
Falamos rapidamente da construção da família e agora vamos nos demorar mais nos filhotes, na ninhada. Aqui tem tanto assunto, não é mesmo?
Que maravilhoso é quando a família aumenta!!! Quantas novidades, expectativas, investimentos, dedicação, e muito amor. Sim, eu sei que nem sempre é tão romântico assim. Atendi muitas famílias que tiveram poco tempo para se preparar, pouco dinheiro, pouca informação. Atendi famílias que se depararam com problemas de saúde neste momento tão delicado. Então, estou falando para todos: é um dos momentos mais desafiadores.
Por isso teremos um tempo para falar das diferentes fases.
Cada tempo das famílias demanda um atitude diferente, e continuamos falando aqui de comunicação, pois sem ela, não seria possível o desenvolvimento saudável da família.
Mães conversam com os bebês ainda no útero. Já se pode imaginar como serão, o que farão. Já se pode cantar para eles. O casal pode conversar sobre como quer que as coisas andem, quais valores querem manter e passar aos filhos.
Os avós e tios podem participar de algumas escolhas como o quartinho, as cores, as roupinhas...
Mas os pais, ah, estes sim estarão ocupados pensando em muitas tarefas como a escolha de um bom médico para acompanhar a gestante, o enxoval, qual será o nome. Um bebê precisa de um preparo do ninho para que venha tranquilo e seguro.
Por hoje é só. Muitas coisas a serem faladas.
Como seria bom se todas as famílias pudessem  acolher este bebê com todo o amor que têm!
Vamos ver em outro post que nem sempre é assim. O que fazer quando não se cumpre este script, quando tudo sai do controle?
Até mais!



Imagem: Freepick





quarta-feira, 18 de julho de 2018

Família: o começo



Falar de família é algo muito inspirador para mim. Apesar das famílias terem diferentes formatos e arranjos, estou usando uma imagem clássica apenas para nos ajudar a pensar nos desafios quando formamos uma família ou quando ela se forma, mesmo sem ser planejada.
No início é comum que as coisas vão se acomodando conforme o tempo passa. Mas que comunicação queremos ter em casa?
Qual o segredo de um bom entendimento entre o casal, entre pais e filhos, entre avós que às vezes compartilham destes lares?
O segredo está na escuta, na observação, no compreender que cada um tem necessidades e canais específicos onde as coisas começam a fazer sentido.
O convite deste post é para apenas afastar o olhar e pesquisar o que pode ser melhorado na escuta , na escolha das frases, diminuindo julgamentos e cobranças.
Quer tentar?

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Um tempo para falar de família e estar mais perto


Olá, queridos leitores!!!
Estou de volta trazendo novidades aqui no blog!
Quem acompanha o blog há mais tempo sabe que tivemos mudanças nestes 11 anos desde que comecei a publicar, buscando tirar dúvidas das pessoas sobre a Fonoaudiologia e sobre questões referentes à comunicação.

Foi um tempo de bastante informação. Nesta época eu conseguia me dedicar para responder a todas as perguntas e conheci pessoas incríveis que acompanhavam este canal . Entretanto, a vida além da profissão me impossibilitou de continuar naquele ritmo, diminuí a frequência das postagens, precisei comunicar da minha impossibilidade de responder aos comentários, as postagens já não eram tão aprofundadas nos últimos meses.

Neste tempo, mudei o consultório, os atendimentos, mudei de casa, adotei duas filhas, e tenho aprendido muito .

Este ano passei um tempo fora do Brasil, organizando tudo e estudando mais.

Apesar da minha ausência, as perguntas ainda chegam, os clientes indicam  meu blog e a fonoaudiologia tem me mostrado outras possibilidades...
Chegar até aqui me fez compreender que criamos uma relação forte em tantos anos de comunicação online. Porque vocês existem o blog ainda está no ar e espero ainda contribuir com a Fonoaudiologia e com a sociedade informando, orientando com nossos "bate-papos" periódicos.

Por isso estou de volta, com a mesma vontade de ajudar, aqui e possivelmente em outro formato, experimentando também outros meios que a tecnologia nos oferece para estar cada vez mais perto de vocês.
A partir de agora, em função das dúvidas e do resultado da enquete no blog , vamos focar nas famílias e seus desafios de comunicação.
Continuo publicando aqui , mas também teremos um novo canal que é um grupo de e-mail para quem não quer perder nada, ok?
É só confirmar que quer receber as novidades aqui.

Gostaram???
Então espero por vocês! Agora mais de pertinho!


terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Até o próximo ano!

Encerrando as atividades de 2017, desejo um natal maravilhoso e que 2018 seja de uma comunicação efetiva, o que ajudará a trazer muitas alegrias!

Até o ano que vem!

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Refletindo sobre 2017, preparando para 2018


Hora do desabafo! Vamos sentar e conversar com calma hoje?

Estamos vivendo um tempo de correria."Não está dando tempo de nada além de correr para resolver  tudo a ser cumprido" é o que tenho ouvido das pessoas.

Está muito difícil de encaixar os pacientes na agenda, todos muito ocupados , inclusive as crianças que têm um dia ou uma pequena lacuna na sua grade de horários para ir na fonoaudióloga.

Agora estou refletindo sobre este ano... Questões de saúde me fizeram parar algumas vezes. Precisei cancelar atendimentos, algo que eu sempre evitei fazer. Novos projetos profissionais me encontraram pelo caminho. Tive mudanças importantes na família com a chegada de mais uma filha.

Observei mudanças interessantes no perfil dos pacientes e das famílias que atendo. E a conclusão que chego, no finalzinho do ano é que não podemos ficar estáticos num mundo que sempre foi dinâmico e que agora dobrou/triplicou a velocidade .

Está na hora de aceitarmos algumas mudanças. De aceitarmos as nossas dificuldades. De encararmos a vulnerabilidade de frente.

Temos falado bastante de comunicação com o outro, mas penso que também é hora de olharmos para a nossa comunicação interna: o que estamos dizendo para nós mesmos, do que estamos tentando nos auto-convencer?

Enfim, sei que é um post introspectivo, um pouco diferente, mas talvez falar de tempo, de urgências e de prioridades seja uma boa estratégia para nos reconectarmos com o que realmente importa em vez de ficar lutando com o que está fora do nosso alcance.

Meus pacientes vão entender este texto, pois este ano foi muito queixoso: o que fazemos com as crianças? como vai ser? a família não está dando conta...

É hora de deixar as "velhas botas" ventilando e depois dar um trato nelas, pois a caminhada continua e nossos pés merecem um  conforto para prosseguir.  O ano está acabando, queridos, mas nós podemos sempre fazer diferente e melhor.

abraços



Imagem de um folder europeu

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Tem uma fila de pessoas lá fora esperando pra te ouvir


A pedidos, replico aqui o texto que escrevi para o blog Negócio de Mulher:


Oh, meu Deus, tem uma fila de pessoas esperando para me ouvir! E agora? - aquela mulher pensou - Trabalho neste negócio há pouco tempo, ainda não estou pronta e morro de medo de me expor!!!
Ela parou, respirou fundo e acalmou-se. Analisou as possibilidades:
1ª) Eu posso me esconder, mandar dizer que estou viajando... que tal doente? Não, acho que “muito ocupada” é uma justificativa infalível! Todos estão ocupados e entenderão! Eu posso ficar aqui quietinha e esperar as pessoas esquecerem, daí não serei cobrada. Este negócio não está pronto ainda, não sei se vai dar certo, se as pessoas vão comprar a ideia. Se eu deixo aqui na gaveta, ninguém vai me criticar. É isso. Vou guardar!
2ª) Por outro lado, eu tenho pensado nisso há tanto tempo, é a possibilidade de fazer o que eu amo, já fui desafiada pelos amigos que acreditam no meu talento e prometi que provaria que “agora nada me segura”, eu só preciso mostrar que posso gerar valor, que posso ajudar estas pessoas! É isso, vou lá e mostro pra elas!!! [...] E se eu chegar lá e não conseguir? Bom, eu posso me preparar antes. E se elas não gostarem? Estariam lá esperando, se não tivessem nenhum interesse? Não podem me dar nenhuma sugestão de melhoria? Não podem me ajudar a entregar o valor que elas precisam? Eu poderia descobrir o que elas estão buscando e onde isso se alinha com a minha paixão, talvez até possa coincidir com a minha proposta de valor. Eu vou!
E aí? Você conhece alguém assim? Pois eu declaro aqui que muitas vezes eu sou esta mulher e todo este turbilhão passa pela minha cabeça. Nem sempre é só chegar lá e mostrar as nossas ideias ao mundo. A gente fica pensando: Como é que eu vou fazer isso?
Então esta nossa conversa é sobre o COMO. Há uma primeira decisão que é: EU VOU. E uma segunda: COMO EU VOU. Bom, o COMO para mim foi exercitado deste sempre por meio da escrita, da fala e da comunicação em geral. E eu preciso dizer para vocês que a comunicação sobre os nossos talentos e paixões é exercitada, sim. Depois de tomar a decisão EU VOU (que é a mais importante, pois sem ela, você nem dá o passo em direção ao seu sucesso) a próxima etapa é planejar o COMO. Penso que estas 3 dicas podem te ajudar:
DICA 1 – Escreva. Você pode escrever um texto e trabalhar nele. Primeiro esqueça todas as regras e simplesmente coloque lá tudo o que você quer dizer. Só depois trabalhe nele para que fique claro, direto, agradável, para que seu leitor fique curioso para chegar ao fim. Bom, comece a praticar a escrita, porque mesmo para planejar o que vai falar, você vai precisar dela.
DICA 2 – Falar online vai aproximar você das pessoas que você quer ajudar. Seja em vídeo ou áudio, em pequenos trechos você pode ir compartilhando com seus seguidores as suas ideias e soluções. Para isso, pegue o seu esquema de apresentação, que já está no papel ou no arquivo digital e trabalhe nele para transformá-lo em voz/imagem. Respire fundo, prepare-se, ouça a sua voz, acostume-se a ouvi-la falando em velocidade média, com naturalidade, focando no que tem a dizer. Ensaie. Pratique. Refaça o que não gostou. Publique. Faça os próximos mudando o que quer mudar. Vá aos poucos. Curta os resultados.

DICA 3 – Falar para o seu público. Não é qualquer público, é o SEU. Estão ali para te ouvir, vieram em busca do que você tem a oferecer. Não vai manda-los embora de “mãos vazias”, né? Prepare o que você tem para eles com todo o carinho, “embale para presente e entregue”(volte a dica 2). Quero dizer que você tem o que as pessoas precisam, apenas dê a elas. Boa palestra! Ah, não vai embora ainda, fique para sorrir e simplesmente aceitar os elogios e agradecimentos, dizendo: - Eu que agradeço, foi ótimo ajudar você!

terça-feira, 24 de outubro de 2017

Chupeta atrapalha no desenvolvimento da fala?


Olá, hoje vim responder às mães que têm me perguntado sobre o uso da chupeta, que tem sido uma inimiga clássica e combatida por muitos profissionais da minha área.

Sabemos que hábitos intensos podem, sim prejudicar as crianças.Mas vamos pensar um pouquinho qual é o real tamanho deste problema.

 A chupeta o tempo inteiro na boca, e sua permanência além dos 2 anos de idade impede que a boca esteja livre para outras funções que lhe pertencem como falar, cantar, pedir, comer.

Este hábito, quando a criança tem a percepção que é dependente ("não fico sem a minha chupeta") também traz transtornos para as famílias. Ouvimos vários relatos de que as crianças se desesperam, que a família precisa voltar em outro lugar que passeavam onde a chupeta foi esquecida , ou precisam sair para comprar altas horas da noite porque a criança recusa-se a dormir ou se acalmar sem este objeto.

Mas tão prejudicial quanto a chupeta é sucção digital (chupar o dedo), estar com objetos o tempo inteiro na boca (mesmo quando a criança for maior), roer unhas, hábitos de morder lábios ou língua, uso da mamadeira o tempo todo e também em idades avançadas.

Todos estes hábitos, dependendo de sua intensidade e frequência,  podem modificar as estruturas orais da criança ou interferir no funcionamento da respiração e das funções orais como mastigação, deglutição e fala.


Então a dica é: avalie os hábitos orais de seu filho e administre a situação. A retirada deve ser conversada e de forma firme se você está realmente percebendo o prejuízo para a criança.

Bom trabalho e até a próxima!

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Dicas para ter uma boa voz no trabalho



- Beba muita água fresca, mas não gelada.

- Evite leite e seus derivados logo antes de falas longas, como em reuniões, apresentações e vendas, especialmente chocolates e sorvetes. Deixe estas delícias para depois do expediente.

- A maçã é uma ótima opção.

- Dê períodos de descanso para sua voz. As pregas vocais são formadas por músculos e assim como um digitador deve ter pausas em seus movimentos, devemos cuidar da nossa musculatura vocal.

- Evite gritar. Nas apresentações use microfone, fale de frente e garanta uma boa iluminação de seu rosto.

Cuide de sua voz e para tirar qualquer dúvida, procure um fonoaudiólogo!

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Abaixo o mau humor!


Atenção! Sorrir...

- faz bem para as relações 

- neutraliza o mau humor dos outros

- expressa simpatia

- relaxa a conversa

- e exercita os músculos da face!


Fonte da tirinha acima: Bichinhos de Jardim.

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