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terça-feira, 24 de outubro de 2017
Chupeta atrapalha no desenvolvimento da fala?
Olá, hoje vim responder às mães que têm me perguntado sobre o uso da chupeta, que tem sido uma inimiga clássica e combatida por muitos profissionais da minha área.
Sabemos que hábitos intensos podem, sim prejudicar as crianças.Mas vamos pensar um pouquinho qual é o real tamanho deste problema.
A chupeta o tempo inteiro na boca, e sua permanência além dos 2 anos de idade impede que a boca esteja livre para outras funções que lhe pertencem como falar, cantar, pedir, comer.
Este hábito, quando a criança tem a percepção que é dependente ("não fico sem a minha chupeta") também traz transtornos para as famílias. Ouvimos vários relatos de que as crianças se desesperam, que a família precisa voltar em outro lugar que passeavam onde a chupeta foi esquecida , ou precisam sair para comprar altas horas da noite porque a criança recusa-se a dormir ou se acalmar sem este objeto.
Mas tão prejudicial quanto a chupeta é sucção digital (chupar o dedo), estar com objetos o tempo inteiro na boca (mesmo quando a criança for maior), roer unhas, hábitos de morder lábios ou língua, uso da mamadeira o tempo todo e também em idades avançadas.
Todos estes hábitos, dependendo de sua intensidade e frequência, podem modificar as estruturas orais da criança ou interferir no funcionamento da respiração e das funções orais como mastigação, deglutição e fala.
Então a dica é: avalie os hábitos orais de seu filho e administre a situação. A retirada deve ser conversada e de forma firme se você está realmente percebendo o prejuízo para a criança.
Bom trabalho e até a próxima!
terça-feira, 9 de julho de 2013
Freio da língua encurtado e problemas de fala
Pais com dúvidas sobre a interferência do frênulo lingual na fala da criança, atenção:
Nem todas as dificuldades de fala se devem a este problema, mas é algo que pode ser rapidamente resolvido pelo médico otorrinolaringologista.
Nos casos em que o frênulo lingual está muito encurtado, pode aparecer certa dificuldade na produção dos fonemas /l/, /r/, /t/, /d/, /n/.
Se tiver dúvidas, marque uma avaliação fonoaudiológica e descubra se esta é a causa das dificuldades de pronúncia de seu filho ou mesmo as suas (você que já é adulto).
Até a próxima!
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Articulação solta e fala mais fácil
clique na imagem para ampliar
Mais uma conquista que assegura prevenção e evita problemas futuros.
Leia também sobre este assunto: O que é língua presa?
Fonte: Conselho de Fonoaudiologia
terça-feira, 9 de outubro de 2012
Atuação do fonoaudiólogo no envelhecimento
Ainda em comemoração ao Dia do Idoso (que não deveria ter dia, mas ser respeitado sempre,assim como os adultos e as crianças):
terça-feira, 31 de julho de 2012
terça-feira, 26 de junho de 2012
Travou?
Hahaha!
Precisava compartilhar com vocês aqui no blog: esta semana estava conversando de manhã e travei para falar uma frase.
Sem querer, criei um trava língua. Repitam rápido aí:
Neste prédio tem três Pedros.
Fonte da imagem: Brasil Escola
terça-feira, 20 de março de 2012
Retirada de hábitos orais: chupeta
Queridos leitores
Recomendamos que os hábitos orais devem ser evitados ou eliminados o mais precocemente possível.
Coloquei uma chupeta bem grande aqui , porque este objeto faz parte da nossa cultura de forma tão natural que nem nos damos conta de que a criança está crescendo, e ela continua lá, na sua boquinha...
As crianças naturalmente sugam por ser instintivo e acolhedor ao longo da primeira infância. A chupeta tem a "fama" de acalmar as crianças neste período. Entretanto, a criança já cumpre com a função da sucção ao ser amamentada e também é um momento que, em contato com a mãe, recebe acolhimento e fortalece-se o vínculo mãe-bebê.

Então, como fazer?
- Se a criança estiver mamando no peito, nem ofereça a chupeta. Ela não fará falta.
- A mãe voltou a trabalhar, o bebê fica muito tempo sem vê-la, tudo bem: chupeta ortodôntica, apenas quando for dormir ou está reclamando muito.
- Dormiu? Retira-se a chupeta (ninguém precisa de algo em sua boca enquanto dorme, certo?)
- Evite carregar a chupeta pendurada na roupa, pois assim ela fica à disposição da criança o tempo todo.
- Evite deixar chupetas à disposição pela casa. Guarde-as para os momentos em que forem "necessárias".
- Procure ir avisando gradativamente para a criança que ela está crescendo e logo não precisará mais da chupeta e cada vez mais vá deixando-a de lado. Retiradas abruptas podem causar outros transtornos.
Assim que você perceber que está na hora (procure um tempo tranquilo: férias, feriado, criança saudável, você está por perto) avise que como vocês já estão conversando, ela não precisa mais de chupeta. Você e a criança combinam o momento para, juntos, jogá-la no lixo.- Daí a chupeta não volta mais, nem quando a criança chorar, nem na próxima vez que a criança adoecer, nem quando o irmaõzinho nascer. Você já está ciente que atrapalha, então não será coerente oferecê-la novamente.
As condutas mais adequadas da família para a retirada do hábito são constância e coerência, ou seja, se você já avisou que vai retirar a chupeta, será incoerente comprar outra sempre que a criança perde ou esquece em algum lugar. Fique tranquilo, explique.
Ofereça amor, carinho e conscientização ao seu filho!
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Pais erram?
Queridos pais
Quero compartilhar com vocês uma matéria de A Crítica, publicada no ano passado, intitulada 10 erros que todos os pais cometem.
Este texto contem temas que temos comentado neste blog (aspectos sobre alimentação, hábitos orais e outras questões relacionadas à forma como os pais comunicam determinados limites e comportamentos aos filhos). Tudo a ver com comunicação e desenvolvimento da linguagem na criança, não é mesmo?
A ideia não é apontar para erros dos pais. Todo mundo erra de vez em quando: pais, filhos, avós, crianças, adultos... Assim, de nada vale ficar jogando pedras, mas observar que, na melhor das intenções, algumas vezes estamos criando hábitos que se tornarão um problemão. Então, por que não descobrir os enganos tão comuns pelos quais nos deixamos levar e cortar o mal pela raiz?
Imagem da própria matéria.
Clica lá e confere!
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Como evitar alguns problemas fonoaudiológicos
Chamamos de mordida aberta anterior quando os dentes anteriores não se tocam, mesmo que haja um contato dos dentes posteriores.
É comum esta forma de oclusão (mordida) em consequência dos hábitos orais inadequados (como a mamadeira, a chupeta ou chupar o dedo) com frequência e/ou por período prolongado. Também pode haver influência genética na modificação dentária.
Esta alteração interfere na respiração, mastigação, na deglutição (engolir) e na fala. O aparelho ortodôntico pode ajudar no reposicionamento dos dentes, mas às vezes é necessária ainda correção cirúrgica.
A melhor conduta é evitar que o problema se instale, eliminando hábitos orais precocemente, preferencialmente até 2 anos de idade.
Para sanar qualquer dúvida, fale com seu fonoaudiólogo.
Leia mais sobre o uso da mamadeira aqui.
Imagem: foto do arquivo pessoal.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
O que é língua presa?
Quando as pessoas falam sobre "língua presa", provavelmente referem-se ao encurtamento do frênulo ou freio lingual.
Esta situação pode ou não comprometer alguns sons da fala como "L", "R", "S", "Z" e outros. E também pode alterar o posicionamento da língua na cavidade bucal.
Cada caso será resolvido de acordo com suas características específicas. Algumas pessoas tem a indicação de frenectomia (pequena incisão cirúrgica no frênulo), que é realizada pelo médico. Em outros casos, o tratamento fonoaudiológico com a musculatura desta região pode resolver a queixa.
Se você tem dúvidas sobre o seu caso, marque uma avaliação com um fonoaudiólogo.
E boa consulta!
Se esta dificuldade está presente no seu filho, veja também: Como o fonoaudiólogo trabalha com crianças: os exercícios na fonoterapia
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Quantas sessões de fono...??? 9 fatores influentes no tratamento
Quanto tempo é necessário para mudar ou melhorar a fala?
Esta é uma pergunta bem freqüente nos consultórios de fonoaudiologia. Afinal, são necessárias poucas ou muitas sessões para melhorar a fala, voz, escrita ou comunicação das pessoas?
Assim como na psicoterapia , as formas terapêuticas de tratamento constituem um processo, isto é, não se trata de dar um remédio em dose única para que a "cura" aconteça. Seres humanos apresentam comportamentos e hábitos ligados à comunicação e à linguagem. Assim, os encontros terapêuticos semanais acompanhados ou não de tarefas a serem realizadas durante a semana são necessários para que as mudanças possam acontecer aos poucos.
Vejam alguns fatores que podem interferir, acelerando ou estendendo o tempo de atendimento, lembrando estes fatores não determinam o período ou a melhora, mas podem ser pontos importantes na análise dos resultados. Há outros, estes são apenas alguns deles:
9 fatores influentes no tratamento fonoaudiológico
- limitação orgânica ou funcional: muitas vezes os clientes estão motivados e são colaboradores, mas sua condição física o impede de evoluir mais rápido no tratamento. Entretanto, eu acredito que o ser humano é ilimitado em sua potencialidade. Vemos aí exemplos de atletas das paraolimpíadas e várias outras pessoas que conhecemos que tinham a "predestinação": não vai andar, não vai falar, não vai aprender e estão aí para nos dar uma lição. Então penso que este fatore é muito relativo.
- disponibilidade: é importante o cliente se perguntar - eu quero mudar? - porque isso exigirá dedicação e investimento. Os resultados esperados são mais animadores se a resposta a esta pergunta for rapidamente: SIM.
- incômodo com a dificuldade: o incômodo ou desconforto com a dificuldade ou alteração na comunicação, em geral, aumenta a aderência ao tratamento. Do contrário, se não incomoda, não atrapalha, não interfere no dia-a-dia, por que mudar?
- idade: pessoas adultas, em geral, estão cientes de sua forma de comunicação, enquanto que, nas crianças, a queixa é dos pais ou da escola. Adolescentes podem aderir mais ou menos ao tratamento dependendo da consciência da alteração apresentada ou do quanto determinada dificuldade o deixa desconfortável.
- família: quanto mais a família colaborar com o tratamento, há uma tendência de resultados positivos. Exemplos de quando isso acontece: famílias que seguem as orientações - pais, tios e avós que falam corretamente com a criança; e familiares que não interrompem a fala do sujeito em fonoterapia, nos casos de gagueira.
- tempo de instalação do 'problema' : quanto maior este tempo, é possível que seja um pouco mais complicado superá-lo.
- freqüência à fonoterapia: há clientes que faltam freqüentemente - vão a duas sessões, faltam na semana seguinte, comparecem à próxima, ficam três semanas sem ir ao atendimento... até que contam para alguém: "Estou indo na fonoaudióloga há 4 meses", apenas considerando a data do início do atendimento. Contudo, tal afirmativa não contempla quantas sessões, de fato, foram realizadas, portanto, não corresponde à realidade.
- vínculo com o fonoaudiólogo: este é um fator fundamental. É preciso que haja muita abertura e esclarecimento de todas as dúvidas diretamente com o fonoaudiólogo, pois outro colega não poderá orientar um caso que já está em atendimento.
- profissional equivocado: erros no diagnóstico, dados insuficientes pra tratamento e conduta anti-profissional não devem acontecer - mas, eventualmente, estas situações aparecem em tratamentos médicos, psicológicos, de fisioterapia, e, infelizmente, de fonoaudiologia. Converse com seu fonoaudiólogo, esclarecendo todas as dúvidas que surgirem.
Como coloquei antes, são apenas alguns pontos a serem considerados. Falaremos mais sobre isso aqui no Lugar da Fala.
Obrigada pela visita!
Quer saber mais sobre tratamento fonoaudiológico, leia Indicação de exercícios fonoaudiológicos e diversos esclarecimentos sobre FONOAUDIOLOGIA.Vote abaixo, dando sua opinião se este texto foi útil ou não. Obrigada!
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
O que faz um fonoaudiólogo?
Muito obrigada ao Conselho Federal de Fonoaudiologia pelo vídeo de esclarecimento à população sobre as áreas de atuação dos profissionais da Fonoaudiologia.
Veja mais em: O que faz um fonoaudiólogo - Parte II
Parabéns a todos os colegas neste dia!
Veja mais em: O que faz um fonoaudiólogo - Parte II
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Como o fonoaudiólogo atua com famílias?
Vejam o folder esclarecendo sobre a atuação do fonoaudiólogo no NASF:
clique nas imagens para ampliar
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Mastigação: um importante exercício natural
Caros leitores
Para quem sempre pergunta sobre exercícios de fonoaudiologia: sabiam que a mastigação natural, aquela que praticamos diariamente ao nos alimentarmos, ajuda no desenvolvimento das funções orais?
Pois é, e para saber mais sobre isso, hoje temos uma aula sobre a importância da mastigação para o desenvolvimento da criança.
Que tal aprender mais sobre o tema???!!!
Frequentemente, no atendimento de crianças com alterações de fala, aparece a queixa de que as crianças têm preguiça para mastigar.
Essa aparente “preguiça” muitas vezes esconde uma real dificuldade causada pela falta de experiência com diferentes texturas dos alimentos em fases importantes para esse aprendizado. Inicialmente a amamentação dá conta das necessidades básicas dos nossos pequenos, mas passado o período destinado à amamentação exclusiva, a criança apresenta outras necessidades tanto do ponto de vista nutricional quanto da necessidade de amadurecer a cavidade da boca, experimentando outras texturas por meio de diferentes alimentos.
Alguns pais, muitas vezes por falta de experiência, temem pelo risco de engasgos e permanecem além do tempo recomendado amassando ou liquidificando os alimentos, geralmente quando a criança já teria condições de mastigar. Mas por que é tão importante mastigar?
Alem de fatores nutricionais e consequente crescimento e desenvolvimento da criança, a diversidade de alimentos e texturas oferecidos é importante também para o desenvolvimento da arcada dentária e de funções como deglutição, respiração e fala, além da própria mastigação que será tão eficiente quanto forem os músculos responsáveis por ela. A ação dos músculos mastigatórios representa um importante estímulo de crescimento para a face. Quando a criança tem tendência a um padrão facial com musculatura flácida, essa característica será potencializada se a dieta for muito macia, sem necessidade de força. Por isso, geralmente aos 6 meses, após o período da amamentação exclusiva, deve-se começar a oferecer alimentos mais consistentes: papas ralas, em seguida os purês, acrescentando-se aos poucos vegetais amassados com garfo, para que a criança receba novos estímulos orais.
Quando aparecerem os primeiros dentinhos, entram em cena os pedaços de alimentos para que segurem na mãozinha e aprendam a lidar com novas consistências e a quebrar, morder, mastigar. Oferecer alimentos que a criança possa manipular com segurança e também com liberdade é fundamental.
Deve-se lembrar também de não atropelar etapas. Por isso, seguir a recomendação do pediatra, acrescentando alimentos e modificando as consistências, é fundamental. Cada vez mais recebemos crianças com distúrbios da fala e de funções orais cuja principal causa é ter sido privado da experiência da mastigação, do contato com alimentos de diferentes texturas.
A partir daí o que se observa é uma sucessão de eventos negativos aparentes em fala e/ou comportamentos infantilizados, respiração pela boca, alterações da oclusão dentária, etc. Por isso, mastigar é um hábito a ser formado e um importante exercício natural.
terça-feira, 16 de junho de 2009
Como o fonoaudiólogo trabalha com crianças: os exercícios na fonoterapia

Depois de esclarecermos sobre a função das brincadeiras e jogos na fonoterapia, vamos entender mais sobre o trabalho do fonoaudiólogo. Que tipo de exercícios são feitos para melhorar a fala das crianças?
Dependendo da dificuldade da criança, o fonoaudiólogo vai determinar qual é o seu objetivo e planejar quais as ações que vão ajudar neste caso.
Por que “neste caso”? Porque cada paciente tem uma estrutura física, um funcionamento muscular, uma organização da linguagem, um histórico de vida, uma situação familiar diferente.
É por isso que não é possível dar uma receita aqui: “para tal problema: faça este exercício”.
Foi para avaliar e tratar cada caso que o Fonoaudiólogo estudou na sua formação e deve estar atualizado com as novas técnicas, a fim de decidir qual o procedimento adequado para cada caso.
Assim, a partir dos resultados da avaliação fonoaudiológica, se necessário, são escolhidos exercícios musculares. Isso será fundamental quando determinado grupo de músculos da fala e/ou da voz precisam ser fortalecidos ou sua ação atenuada. Nessa etapa determina-se a quantidade necessária de prática dos mesmos.
Portanto, somente o profissional que avaliou presencialmente e verificou todas as condições daquela estrutura oral, facial e laríngea pode emitir parecer ou recomendar determinado tratamento para aquele paciente.
Qualquer dúvida, pergunte aqui.
Para os pais que solicitam exercícios para seus filhos: não percam o artigo dos Mitos sobre os exercícios de fala e tratamento de fonoaudiologia neste blog.
Veja mais em: Como o fonoaudiólogo trabalha com crianças: a brincadeira na fonoterapia
e Indicação de exercícios fonoaudiológicos.
Atualização deste post!!! outubro/2019
Veja também o e-book: "Manual para pais que querem ver seus filhos se expressando bem"
E não esqueça: o fonoaudiólogo ajudará você a esclarecer suas dúvidas!
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Hábitos Orais na Infância

Hábitos orais são costumes que podem se instalar quando a criança ainda é bem pequena. Algumas vezes, a retirada destes hábitos é difícil para as famílias. Entretanto, é importante conhecê-los, pois eles podem acarretar transtornos fonoaudiológicos como dificuldade para falar, mastigar e respirar, além de alterações dentárias.
Os hábitos orais mais comuns encontrados na infância são uso da mamadeira e/ou da chupeta além dos dois anos de idade.
Outros hábitos que se desenvolvem em crianças um pouco maiores e, às vezes se estendem até a idade adulta, são: morder, mascar ou sugar objetos/dedo, onicofagia (roer unhas), bruxismo (ranger dentes) e o briquismo (apertar os dentes) durante o dia ou à noite.
Pais e responsáveis, estejam em alerta e previnam futuros problemas.
Até a próxima!
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Funções Orais, Faciais e Vegetativas

Funções como: fala, respiração, sucção, mastigação e deglutição, desempenham papel essencial para que os seres humanos sobrevivam.
A respiração inadequada pode influenciar em transtornos da postura, desatenção e alterações nas estruturas responsáveis pela fala.
Há algum tempo atrás não víamos tão freqüentemente pré-adolescentes, adolescentes e adultos usando aparelhos ortodônticos. Além das questões relativas à estética facial, observa-se uma preocupação com as funções orofaciais, cujo mau-funcionamento desencadeia problemas na fala e na alimentação, algumas vezes acompanhados de dor e desconforto.
A deglutição (ato de engolir) e a mastigação também são funções importantes para o desenvolvimento dos órgãos faciais. Fissuras labio-palatais, malformações do bebê, ou até mesmo fraqueza muscular para sugar o leite durante a amamentação, demandam cuidados especiais e acompanhamento clínico.
É o profissional Fonoaudiólogo quem realiza a prevenção, avaliação, diagnóstico e tratamento das funções orofaciais e deglutição. A atuação também prevê o auxílio para a retirada de hábitos que interferem nestas funções como roer unhas, uso prolongado de chupeta e mamadeira. Neste trabalho ele conta com a parceria dos seguintes profissionais: cirurgião dentista/ortodontista, nutricionista/nutrólogo, fisioterapeuta,traumatologista, neurologista, psicólogo, cirurgião plástico e otorrrinolaringologista.
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